Lista de Músicas

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Pass X Fure Capítulo 11: Judith Misteriosa e fria por fora, manteiga derretida por dentro

Pela manhã, Rose e a mãe foram até o Fórum para pedir orientações sobre como prosseguir para fazer a denúncia do pai dela e pedir proteção ao irmão. O clima para o café não poderia ser dos piores: Elas não estavam, o pai das crianças iria para o escritório logo cedo e, como os garotos mais novos acordaram com muita fome, antes de tudo, ajudei Rebecca com o café, porque eu também estava com muita fome aliás.
O clima complicou quando o pai deles chegou pronto para o café, onde segundos antes era um clima de descontração, até com farinha voando, apesar de pegarmos leve com o Chris, que estava muito dolorido ainda.
No momento que começamos a pôr a mesa, um silêncio se estabeleceu no recinto, e dava para perceber: Todos esperavam que algo acontecesse para que aquele clima acabasse. Qualquer coisa. Todos ali se entreolhavam, em silêncio, enquanto o pai deles comia silenciosamente.
A cereja do bolo foi quando a mãe de Rose chegou com ela, um oficial de justiça e um policial para entregar um mandato e levar o pai deles preso. As crianças já estavam quase aliviadas, até o pai deles ter um surto, resistindo à prisão, batendo no oficial, falando diversos palavrões cruéis, sendo que o pobre homem, que só fazia o trabalho dele, também era gay.
Ele usou diversas desculpas, implorou para a esposa ajudá-lo, que aquilo não poderia acontecer, ou destruiria a família deles.
Ela fez o primeiro ato de muita coragem em muito tempo contra o marido. Ficou calada.
E então eles o levaram.
Fui até Rose e, curiosa, perguntei, no seu ouvido:
- Por quais crimes ele será obrigado a responder?
- Homofobia, o mais grave, sendo que foi praticado dentro de casa, não me lembro se tem outro termo; Violação dos direitos da criança e do adolescente, e violência gratuita, por ter espancado a mim e ao meu irmão, que acreditava merecer as punições; Violação da Lei da Palmada, pelo mesmo motivo; E agora, provavelmente, resistência à prisão e a agressão a um oficial. A pena não será pequena.
                                     _______:::::::::::X::::::::::__________                                                                       
Até as 10 horas eu estava indo para a mesma farmácia do dia anterior, onde houvera a confusão que, ironicamente, Judh queria nos encontrar lá e depois irmos para a casa dela. Garota maluca.
Quando estávamos chegando perto da porta da farmácia, Judh saiu de perto do batente da porta, por onde devia entrar um vento gelado, pois ela estava disfarçadamente encolhida no casaco, as bochechas em fogo e a parte solta do cabelo balançando. Eu estava encolhida em um casaco sobretudo velho, que encontrei um dia revirando o armário da minha mãe e me adonei dele! Rose estavam uma fofura em um casaco exatamente da cor do cabelo dela, alaranjado. Eu carregava todas as minhas coisas em uma mala de rodinhas vermelha e uma bolsa grande com desenhos de caveiras rindo e os olhos em formato de coraçãozinho. Rose apenas estava me acompanhando porque tinha que fazer algumas compras que faltaram no dia anterior, que na correria ficaria tarde para pegarmos tudo, depois de deixar a brucelya em casa. A mãe fingiu-se de acolhedora quando a viu mas, quando viramos as costas, ouvimos ela chamando um tal de Rodrigo para ajudá-la. Judh disse que era o irmão mais novo dela.
Após eu me despedir da Rose, mesmo que tivéssemos combinado de fazer algo em grupo mais tarde, Rose entrou na farmácia, e eu e Judith seguimos para a casa dela, descendo a rua, por onde subia um vento frio de renguear um cusco!
Eu já batia os dentes de frio quando chegamos no portão da casa dela. Dava para ouvir uma música rápida vinda da sala, como da outra vez em que estivemos aqui. Sem sombra de dúvidas, era a irmã dela dançando!
Quando entramos, encontramos a Rebecca com a mesma roupa da outra vez em que a vi, dançando junto com um Just Dance. Estava calor lá dentro, com o aquecedor no máximo, então pudemos tirar o excesso de roupas.
- Aí, o maluquete! Vê se baixa o som dessa droga dessa música, tá bom? Porque eu não tô nem um pouco a fim de ouvir o seu choro quando eu quebrar esse troço de novo, ok? - Ameaçou Judh, já parecendo mal humorada. Becca deu um pequeno choramingo, abanou a mão em cumprimento para mim, que eu respondi de volta, baixou a música e seguiu dançando, de maneira muito estranha.
- Essa dança esquisita da sua irmã faz efeito mesmo no corpo dela? - Perguntei, enquanto passávamos pelo corredor e entrávamos no quarto da Judh. A irmã mais nova da Judh estava deitada sobre os cotovelos na cama dela, com um livro de capa preta nas mãos.
- Amélya, o que você pensa que tá fazendo lendo meu diário de novo? Já não te avisei pra não tocar nele? - Gritou Judh, assustando a menina, que ajoelhou-se rapidamente na cama, procurando uma desculpa.
- Desculpa Dídi! Eu não vi que era o seu diário... Se bem que eu achei muito estranho, pra um livro, os personagens se parecerem tanto com a nossa família... - Ela desceu da cama, virando o diário da Judh de um lado para o outro e olhou para a irmã com olhos pidões - Que história triste aquela, a do garotinho... Eu nunca pensei... - Judh segurou a irmã pelo braço empurrando-a para a porta, depois dando um chute no traseiro da menina, fazendo suas marias-chiquinhas e sua saia de listras coloridas balançarem com força enquanto Amélya caia de lado contra a parede do corredor. - Cai fora, sua bizonha! - E bateu a porta na cara da menina. - Eu to rodeada só de gente retardada nessa casa! - Disse, largando no chão uma bolsa que carregava no ombro e caindo na cama. - Por favor, fique à vontade, você é minha convidada aqui! - Larguei minha mochila e sentei na cadeira que ficava em frente ao computador dela apoiando o rosto na mão, onde apoiei o cotovelo no encosto da cadeira e virei para olhar para ela. - E respondendo a sua pergunta, não, aquela dança não faz a menor diferença. É só pra ela liberar a babaquice em casa, porque nas festas ela tem que se controlar e dançar normal, porque beleza ela já possuí até demais, o que estraga é o restante. - Ela riu da declaração.
- Tá a fim de ir em uma festa hoje à noite? - Perguntou Judh, que jogava seu guarda-roupas negro inteiro em cima da cama. Algumas peças voaram na minha cabeça. - É a festa de um amigo meu, que na verdade me convida para todas as festas porque quer pegar a minha irmã... Mas ela é uma estúpida e fica chapada quase a festa inteira! Ela é um cara bacana até... - Ela ficou em silêncio, quando um casaquinho marrom no meio de duas duzias de roupas pretas. - Gosta deste? - Perguntou para mim.
- Uou, espera! VOCÊ quer escolher as MINHAS roupas hoje? As minhas não são boas? - Falei, pegando as pontas do casaco que eu usava e girando para mostrar a ela o que eu usava.
- São... Mas o que acha de um salto agulha, um vestido tudo com uma saia vermelha por cima e os olhos claros hoje? - Me ofereceu uma combinação muito estranha, e eu não sei como ficaria.
Mais tarde, a irmã dela foi fazer o almoço, com a mais nova correndo pela casa inteira brincando de aviãozinho sozinha, música alta na sala.
Batendo um punho contra o botão de desligar, ela gritou: - Que zona é essa aqui Becca? Não é porque a mamãe não tá que você pode fazer esse fuzuê! E para quieta, sua idiota! Você deve ter bebido água do parto, além de ter nascido prematura! - Falou, agarrando Amélya pelos ombros, fazendo a garota entristecer e sentar quieta em uma das cadeiras da cozinha.
- Olha o almoço! Anunciou Rebecca, pondo em uma travessa uma travessa cheia de polenta com molho e macarrão noutra.
A diferença de almoçar com a família da Rose e a da Judh, é que: 1) A da Rose parece que está em um velório; 2) A da Judh... Parece que você tá é no hospício!
Elas gritam demais! Mal começam a comer, uma já reclama, a outra já fica aborrecida, outra começa a jogar comida, dá guerra e tudo... E começam a correr ao redor da mesa e rir como se estivessem brincando de pega-pega. Judh gritava irritada para as duas pararem, estas somente riam dela por estar irritada. Mas eu percebi seus olhos brilhando, divertidos. Ali era muito melhor, era divertido, e eu podia sentir na pele como era gostoso a maneira que uma família maluca se diverte, mesmo que fosse só parte dela.
Após o almoço, a guerra era para lavar a louça, com cada uma inventando uma desculpa para ficar de fora e, no final, a mais nova foi colocada em uma banquinho e lavou a louça assobiando e eu, com dó da garota, sequei tudo!
Sentamos no sofá, Becca tentando achar algo que prestasse para assistir.
Logo notei, de tão entediada, que Judh não parava de mexer no celular, os dedos habilidosos enviando msm para duas pessoas. Uma eu reconheci como a Rose, pela foto toda avermelhada somente pelo reflexo do cabelo, mas já a outra pessoa... Eu não fazia ideia de quem fosse. Fiquei curiosa!
- Ei, Judith! Com quem você ta falando? - Cochichei - É algum paquera? Posso ver? - Perguntei, já me inclinando sobre ela.
- Não! - Declarou, puxando o celular contra o peito e escondendo a tela de mim - É só quê... Ele ainda... Ainda estamos no conhecendo e, não quero apresentar ele a ninguém até tudo estar certo. Por isso, não se intrometa.
Fiquei surpresa encarando ela, mal notando que as irmãs estavam nos encarando! Deixei quieto por enquanto, um pouca desconfiada. Porque ela não me contaria quem era o carinha? Essa história estava mal contada!

Eu não podia acreditar que ele realmente estava me enviando sms nesse momento! Mesmo eu dizendo que não podia por ter nosso motivo em comum sentado ao lado, piorando quando ela notou as fotos de perfil dos contatos! Me senti muito mal tendo que esconder o celular dela,  mesmo que me destruísse ver a tristeza e a desconfiança nos seus olhos azuis límpidos, na expressão e nos gestos! Ela é quem era minha melhor amiga, fora minha prima, claro!

Eu notei que Judh ficou um pouco triste, talvez pela minha investida indevida, talvez por ter ficado envergonhada pela maneira como falou comigo, não sabia ao certo.
Passou a tarde toda trocando sms com aquele garoto misterioso, as vezes até dando alguns risinhos, e olhando ao redor, para se certificar de que ninguém estava cuidando ela.
Becca tinha um tique nervoso de bater a unha do indicador em qualquer coisa, provavelmente desenvolvido pelo nervosismo da falta das drogas, que Judh um dia me contou que ela ainda usava extase. Os pais delas sabiam que ela dançava em boates e se prostituía por dinheiro, mas nunca chegaram a saber das drogas, pelo menos até onde eu sabia.
A irmãzinha dela se entretinha com qualquer coisa que aparecesse, e parecia lerda mesmo, mas disfarçava, porque quando ela aprontava alguma, como derrubar pão no chão, escondia os pedaços maiores em qualquer canto, empurrando com os pés e cuidando tudo ao redor.
Pude ver o lado mais protetor e organizado de Judith enquanto suas irmãs eram... Elas mesmas! Ela podia dar sermões e ralhadas na irmã mais velha, ao mesmo tempo arrumava para ela o que fazer, olhando com carinho para a irmã.
A irmãzinha, tudo o que aprontava, bagunçava, quebrava ou escondia, ela ia, limpava, guardava, consertava ou colocava no lixo. Podia não parecer com a cara de emburrada que a Judh andava sempre, mas ela amava muito as irmãs, e com toda a certeza ela cuidaria e acobertaria qualquer coisa que as irmãs fizessem, mesmo que ela mesma tivesse de resolver depois.
- Você tá me matando de curiosidade sobre esse guri! Porque não fala quem é, quem sabe eu conheço na escola. Talvez eu até seja a primeira a aprovar!
- Err... Não! Eu prefiro... Seguir assim. Ele talvez me encontre na festa hoje e, dependendo de como as coisas vão rolar, vou saber se tudo dará certo ou vou me ferrar totalmente!
- Ei, Judh! Calma, é só um cara! Quantas experiências você vai ter ainda com caras?
-Eu sei! Nem to esquentando a cabeça... Mas é que existe mais em jogo sobre ele do que você pensa!
- Tipo?
- Coisas! - Disse apenas, e calou-se, voltando a atenção para as mensagens que entravam. Decidi que a deixaria quieta com seus pensamentos.
                       _________::::::::X:::::::________     
No crepúsculo, ela me fez vestir aquelas roupas com aquela combinação estranha, para ir até a tal festa do amigo dela. Enquanto eu me vestia, ela ligou para Rose vir até a casa, pois a casa dela ficava mais longe, para o lado contrário ao da direção da festa!
- Ela estava estranha no telefone, um pouco séria... Será que aconteceu algo? - Entrou ela no quarto, sempre no celular, preocupada.
- O que você acha? Ela denunciou o pai e ele foi preso, o que você esperava? - Perguntei, pensando ingenuamente que ela sabia!
- O QUE? Meu tio ta preso? - Explodiu. - Então é por isso que senti aquela dor dela...
- Sentiu o que? - Perguntei, parando de me admirar no espelho.
- E... Eu senti a dor na voz dela, estava estranha, eu... Eu conheço Rose... Então é por isso que ela não me respondeu hoje, apenas confirmou que ia conosco para a festa!
Me senti culpada por aquele furo que eu nem reparei! Ainda mais na surpresa que ela ficou. Na verdade, sempre concordamos que ela mal tinha coragem de se opor as opiniões da professora, levando ralhadas, foi de muita coragem denunciar o próprio pai.
- Bom, err.... Eu vou me arrumar, pois a Rose chega em 10 minutos!
- Ok! Vou estar na sala!
Eu saí do quarto, fechando a porta atrás de mim. Andando silenciosa pelo corredor, podia ouvir a fuzarca no quarto da irmã dela, no fim do corredor. Cheguei na sala e sentei no sofá, aguardando, ansiosa. Não sabia o que esperar dessa festa, pois à tempos não ia em uma, principalmente por morar no interior e ficar difícil vir para a cidade.
Após alguns minutos, a campainha tocou, com o monótono ding-dong e, como ninguém mais ouviu, e não haviam pais em casa para atender ou chamar a atenção, eu mesma atendi, mesmo sabendo quem estava do outro lado da porta.
Ao abrir, notei que ela estava de cabeça baixa, puxando as finas mangas do casaco para baixo, em uma vã tentativa de cobrir-se e se aquecer, com uma montanha de cachos ruivos cobrindo seu rosto, dificultando a visão com apenas a luz fraca da varanda no inverno.
- Não tá congelando não? - Perguntei, fazendo-a voltar a realidade, e percebi que estava totalmente concentrada na tarefa de arrumar a roupa. Quando me olhou, estava pálida e os lábios rachados e roxos de frio. Batia os dentes.
- Caramba Kath, me deixa entrar! Tá um frio de renguear cusco aqui fora! - Disse, passando por mim e esfregando os braços. Fechei a porta.
- Onde está a Judh? - Perguntou, olhando para os lados. Quando notou a algazarra no fundo do corredor, foi indo em direção a bagunça, procurando por Judh.
Ao abrir a porta, eu precisei me encostar contra a parede, sendo que eu seguira Rose, para poder me desviar. Ao abrir a porta, deu tempo apenas para fechar os olhos para um travesseiro que foi arremessado na direção da porta, pois ele grudou no seu rosto, caindo lentamente no chão, com penas caindo delicadamente ao seu redor, algumas grudando no seu cabelo. Instantaneamente imaginei uma galinha com cachos ruivos.
- Hahahahahahahaha! - Dei uma enorme gargalhada, não suportando o poder da imaginação da minha mente cruel. Rose apenas me olhava séria, parada na mesma posição. 
- Não achei a menor graça!
As duas gargalhavam lá dentro. Me arrisquei a espiar, e tudo, TUDO mesmo estava coberto por penas.
- Tô vendo que as galinhas fugiram do puleiro, porque isso aqui tá muuuito bagunçado. - Falou séria, enquanto caminhava para dentro do quarto, chutando um travesseiro que estava no chão, atrapalhando seu caminho.
As duas ficaram caladas e silenciosas, como se estivessem com medo da Rose.
Após alguns instantes, ela simplesmente saiu e foi para o quarto da Judh, a bagunça recomeçando atrás da porta - Ela só pode estar aqui! - Disse, abrindo a porta, recebendo em resposta um grito e uma trouxa de roupa no rosto.
- Caramba Rose! Vê se avisa! Não bate na porta e vai entrando assim? - Gritava Judh, com apenas o conjunto íntimo no corpo.
Tirando lentamente a roupa de cima da cabeça e ficando com os cachos em pé, ela lentamente levou a roupa para o lado do corpo, levantada, jogou para dentro do quarto e gritou, ofendida:
- Mas e você? Quem pensou que fosse? Um garoto? E porque ainda não está pronta? Vou ficar com uma jaqueta jeans. E vê se não me provoca, porque não tô nada legal! - Avisou, falando sem parar, a outra erguendo as mãos, mostrando que era inofensiva naquele momento.
 - Tá parecendo uma galinha! - Falou Judh, debochada, deixando Rose vermelha de raiva.
Ela fez um arzinho de ofendida e pensei que iria atacar Judith, mas, em vez disso, apenas jogou a roupa na cabeça da outra, como para revidar. - Que foi? Tá de TPM? - Provocou Judh novamente.
- Como sabe? - Disse Rose, desanimando e caindo na cama.
- Eu conheço muito bem você, ou esqueceu que fomos criadas juntas?
- É verdade.
- O que foi aquele fuzuê no quarto da Becca? - Perguntou, mudando de assunto.
- Guerra de travesseiros! - Respondemos eu e Rose, ao mesmo tempo.
- Otimo, vamos andando! - Disse depois de dar uma última olhada no espelho e ir saindo, sob nossos olhares.
- Vai ir assim? - Perguntou Rose, enquanto nós duas sentávamos na cama, olhando Judh em um casaco sobre-tudo preto de couro.

- O que tem? Eu gosto desse casaco e ele é bem quente! - Disse, saindo porta fora. - Vamos, ou vou deixar vocês encontrarem o caminho sozinhas! - E não olhou mais para trás.
Pensei que ela iria gritar para as irmãs pararem a bagunça, mas simplesmente as ignorou.
- Mas e os seus pais? - Perguntei, lembrando que a Rebecca talvez iria também na festa.
- Chegam às 11:00! Relaxa, a Rebecca não é tão irresponsável para deixar aquela sonsa sozinha! - Declarou, saindo, e nós apenas a seguimos. Eu ainda preocupada com as desmioladas das irmãs dela.

Nenhum comentário:

Postar um comentário